Afinal o que é ser-se resiliente?

21.11.17

Esta semana vou falar-te sobre resiliência. Enquanto mãe, esta é uma competência que tenho o cuidado de promover junto dos meus, sabes porquê? Anda daí que te vou explicar!



O que é a resiliência?


A resiliência é a capacidade que um material tem de voltar ao seu estado natural depois de ter sofrido pressão.



E o que é que isto tem a ver com crianças?
Tudo.

No nosso dia-a-dia, somos confrontados com um conjunto de adversidades e é natural que estas adversidades despertam sentimentos como tristeza, frustração, ansiedade… Por isso é importante dar a volta, sem que nos venham salvar dessas situações. Como é que fazemos isso? O primeiro passo é reconhecer o que estamos a sentir, para que, num segundo passo, e de forma voluntária e consciente, encontremos uma solução.

É esta competência que espero promover diariamente junto dos meus filhos... afinal, essa é a minha maior missão -torná-los independentes, sobretudo em termos emocionais.

Expectativas e crenças limitadoras

20.11.17



Temos muitas expectativas em relação a nós e aos outros. E não contentes, criamos ainda mais expectativas em relação àquilo que achamos que os outros acham de nós. E, de repente estamos numa bola de neve tão grande que deixamos de conseguir pensar direito. Deixamos de conseguir tomar as melhores decisões. E passamos a ser consumidos pelos nossos medos. E isto pode, simplesmente, destruir-nos.

Há umas semanas, a Maria [vamos chamá-la assim] fez uma sessão de coaching e aconselhamento comigo. A Maria é mãe de uma criança pequena, com menos de 2 anos e também é educadora na escola da menina. A pequena está numa fase caracterizada por comportamentos específicos, alguns difíceis de lidar (para a própria e adultos) e numa altura em que pede muito pela mãe. Sobretudo porque a sabe tão perto. 
A Maria chegou-me preocupada, consumida, não sabendo o que fazer. Trabalhamos a questão, os desafios e as soluções da situação. E também trabalhamos a questão das expectativas.


- Quem é que disse que por ser educadora de infância que a filha não iria ter comportamentos difíceis?
- Quem é que disse que por ser filha de uma educadora de infância, a menina seria mais serena, compreensiva e pausada, sobretudo aos 2 anos (que ainda não os tem)?
- Quem é que lhe disse que seria fácil para a filha diferenciar a Maria no papel de mãe e no papel de educadora aos 2 anos? Há adultos que trabalham com os pais e que nunca conseguem separar os papeis.

Desse ponto de vista, então os filhos dos médicos não poderiam ficar doentes nem os filhos dos professores chumbariam de ano. Mais: um médico especialista numa determinada área nunca sofreria da doença que trata, um advogado nunca teria problemas com a lei nem um psicólogo necessitaria de apoio a esse nível. Já agora, e no meu caso específico, os meus filhos nunca poderiam fazer uma birra, nem serem desobedientes, e responderiam sempre com bons medos.

Ninguém disse que é fácil. Mas é urgente: precisamos de tirar estas crenças limitadoras da nossa cabeça. Quando o conseguimos sabemos que é libertador e ficamos a saber que as maiores expectativas são as nossas, afinal de contas. Só podemos controlar o nosso comportamento. É bom que nos possamos lembrar disso todos os dias. É para isso que este post serve, de lembrete!

Boa semana!

Para que não nos esqueçamos sobre o que é a missão pijama!

19.11.17



Podemos ler no site da Mundos de vida, que a Missão Pijama é uma iniciativa criada [...] em 2012, com a finalidade de sensibilizar o país para o "direito de uma criança crescer numa família", promover o acolhimento familiar de crianças e reduzir o número de crianças institucionalizadas.
Para além de ser o dia do Pijama, a 20 de Novembro assinala-se também a Convenção sobre os direitos da Criança [que vale a pena ser lida!].


A iniciativa da Mundos de vida é de louvar porque ela pretende não só sensibilizar os adultos mas, acima de tudo, todas as crianças para uma realidade que, a maior parte, desconhece e não entende. Foi essa a reação dos meus filhos quando lhes expliquei os porquês deste dia tão simbólico.


No entanto, fui-me apercebendo que há muitas crianças que não sabem porque vão amanhã de pijama para a escola. Algumas foram este fim-de-semana comprar um pijama novo para levar para a escola porque era o dia do pijama. Se lhes perguntarmos se conhecem o significado, algumas dirão que é uma festa do pijama. E é uma pena quando isso acontece porque o significado do dia fica todo perdido.
Vai-se de pijama porque é em casa que vestimos o pijama - o pijama é um aconchego, aquece-nos e deixa-nos confortáveis, tal como nos devemos sentir em família.


Amanhã, antes de saíres de casa procura passar a informação aos teus filhos. E a moedinha que vai na caixinha... se eles tiverem um mealheiro, deixa-os tirar de lá. "No Dia Nacional do Pijama as crianças são convidadas a ajudar outras crianças. Por isso, esta inciativa tem um valor educativo especial porque promove o valor da solidariedade, o saber partilhar e o sentido da amizade."

1 tema | 5 posts ** Elogio VS Reconhecimento

19.11.17


Ao longo desta semana quisemos mostrar-te como é que os elogios podem ser cheios de significado, em vez de serem potencialmente vazios e só criarem dependência.

Para que nada te falte, ficam aqui os 5 posts em jeito de compilação, para que possas fazer diferente aí por casa.

1. Definição de reconhecimento 
2. O poder do reconhecimento para a auto-estima do teu filho
3. Como se faz o elogio em vez do reconhecimento?
4. Mas eu acho que devia ter sido mais elogiada quando fui pequena...
5. Estudo: elogiar cria crianças inseguras

Elogiar é criar uma criança insegura

18.11.17


Esta semana, no instagram, a frase abaixo deixou confusos alguns leitores. E ainda bem: em parte, era esse o nosso objectivo - despertar a consciência, através da dúvida.
Já no Crianças Felizes explorámos esse tema a fundo e esta semana, no facebook da Escola.



A frase, fora de contexto, pode parecer errada, mas é mesmo só impressão.

Elogiar, como normalmente fazemos, é uma forma de avaliação. Dizemos "boa, és o maior, o melhor..." e se elogiar é bom e sabe bem, alimentando o ego e deixando-nos seguros, também é verdade que, de forma continuada, pode deixar-nos dependentes desse reforço externo. Ainda que a nossa intenção possa ser a melhor, a verdade é que nem sempre conseguimos o nosso objectivo.

Há imensos estudos que o provam e este é um deles.

Este tipo de reforço faz muito sentido nas crianças pequenas que estão a aprender a caminhar, por exemplo. Mas, à medida que vão crescendo, o efeito parece ser o contrário.




Como fazer diferente? Elogiar de forma clara e específica.



Exemplo 1

Uau, este H esta mesmo bem desenhado (avaliacao). Vejo que te esforçaste porque está igual ao modelo.

Exemplo 2

Que bonita que estas hoje(avaliacao). Gosto muito quando veste essa camisola vermelha.

Exemplo 3

Parabéns! Grande miuda! (Avaliacao). Foste capaz de dizer ao teu professor que achavas que ele tinha sido injusto mesmo estando com receio que ele te castigasse.




Na base, o que pretendemos aqui reforçar é que o elogio vazio cria dependência e avalia. Não precisamos e devemos evitar fazê-lo. Mas podemos ser claros e específicos na nossa linguagem.




Fica à vontade para partilhar este post porque é espalhando a palavra que conseguiremos mudar o mundo, uma pessoa de cada vez!

Parentalidade e criatividade

17.11.17


Há uma série de características que ganhamos quando nos tornamos pais.
Ficamos mais eficientes no que toca à gestão do tempo. Aprendemos (por vezes à força) a arte do multitasking. Encantamo-nos com situações que nunca nos passaria pela cabeça. E tornamo-nos, sem dúvida nenhuma, pessoas criativas. Otimistas, também. Na verdade, considero que otimismo e criatividade andam de mãos dadas.
Há pais que me dizem que não conheço os seus filhos e que aquela estratégia não irá funcionar com ele. Pode ser! Mas o que me importa mais é que os pais não se orientem por aquela dica específica apenas mas vejam de que forma ela pode inspirá-los. O segredo está nessa adaptação à qual chamo criatividade. E como hoje é o dia da Criatividade, convido-te a andares pelo blogue e ver quais são as estratégias que te podem servir, sem que tenhas de as fazer 'by the book!'

Feliz dia!!

Como se faz o reconhecimento em vez do elogio?

17.11.17


No post anterior, falei-te do elogio e como é que este é uma excelente estratégia para criar uma criança insegura,. Também te expliquei que o reconhecimento ajuda a criança a olhar para ela própria e a reconhecer o seu potencial de forma autónoma.

Na sequência deste post recebi vários pedidos de leitores, para aprofundar a questão do elogio e do reconhecimento e é por isto que hoje te escrevo. Neste post vais encontrar alguns exemplos práticos que te ajudam a perceber melhor estas diferenças:


Elogio: "Boa, portaste-te bem"
Reconhecimento: "Olha, adorei o nosso jantar! Tivemos tranquilamente a jantar, deu para falar todos, até nos rimos muito. Foi bom porque consegui apreciar o momento. Podes acrescentar "Tenho vontade de repetir em breve".


Elogio: "Boa filho, que bonito o teu desenho"
Reconhecimento: Pare e olhe para o desenho, coloque-se ao nível dele e diga-lhe: "Uau, mas esta é a mesma floresta e o castelo que vimos hoje de tarde"


Elogio: "Boa, ganhaste o jogo"
Reconhecimento: " Uau, nunca desistes. Acabaste mesmo por ganhar!"


Parece difícil não? No inicio vai ser, vais ter que te reprogramar, mas é mesmo só uma questão de hábito e atenção!


Se quiseres saber mais sobre este tema, no livro "Crianças Felizes- Um guia para aperfeiçoar a autoridade dos pais e a auto-estima dos filhos" tens um capitulo inteiro só sobre isto! E podes encomendá-lo nesta promoção :)

KITS DE NATAL :)

16.11.17



O Natal está aí à porta e já estamos a prepara os kits especiais. Espreita abaixo a nossa proposta :)​

No caso de desejar que os livros sejam enviados autografados e com dedicatória, diga-nos a quem o devemos dedicar.


Kit 1
Pack de livros: Crianças Felizes + Berra-me Baixo
Oferta dos portes para Portugal Continental
Oferta de 1 pulseira Refª Pul3 'O educador muda o mundo uma criança de cada vez'.
Valor: 30,00€ em vez de 35€


Kit 2
Conjunto de 6 pulseiras do tipo Bonfim.
Oferta de 1 pulseira
Valor de cada pulseira: 2,90€
Valor total: 14,50€ (em vez de 17,40€).
Oferta dos portes para o envio do conjunto (as 6 unidades para o mesmo endereço, em Portugal Continental)
Por favor indique as pulseiras que pretende e respectivas quantidades.



Pul1: Fundo preto, letras prateadas: A mão que embala o berço é a mão que governa o mundo
Pul2: Fundo preto, letras douradas: A mão que embala o berço é a mão que governa o mundo
Pul3: Fundo preto, prateadas: O educador muda o mundo uma criança de cada vez
Pul4: Fundo preto, douradas: O educador muda o mundo uma criança de cada vez
Pul5: Fundo branco, douradas: Não há mães perfeitas antes em melhoria contínua.


Para proceder à encomenda, bastará enviar-nos um email com a seguinte informação para cursos@parentalidadepositiva.com

O poder do reconhecimento na auto-estima do seu filho

16.11.17

Esta semana vamos falar sobre os elogios e como estes são uma excelente estratégia para criar crianças ... inseguras. Sim, leste bem crianças inseguras.


A base de uma auto-estima saudável é o grau de felicidade que a criança sente.Ora quando elogiamos uma criança como é que ela se sente? Feliz.


Agora é que não deves estar a perceber nada do que estou a dizer.


Quando uma criança é elogiada sente-se feliz. Sente-se feliz porque o pai ou mãe disse bem dela. E quando não elogiarem como é que a criança se vai sentir? Vai ter capacidade para avaliar ela própria a situação ou vai precisar do reconhecimento de terceiros?

Enquanto os elogios criam crianças inseguras, o reconhecimento cria crianças seguras e autónomas. Mas qual é que é a diferença entre reconhecimento e elogio? NA realidade existem várias diferenças.


                                                    Elogio                                                Reconhecimento
Foco                                            Resultado                                           Esforço feito
Objectivo:                                   Aprecia                                               Incentiva/reconheçe
Acção                                         Automática                                         Reflexão
Promove                                     Dependência do feedback externo     Auto-avaliação e autonomia
Construção                                 Vago                                                    Objectivo


A próxima vez que elogiares lembra-te também de adicionares à tua frase algo que permita à criança sentir-se reconhecida pelo esforço que fez.




Self care and kindness

13.11.17



[há títulos que soam melhor em inglês]

Uma das coisas mais importantes que aprendi na vida é estar bem comigo e a avançar, independentemente da realidade que esteja a viver. Houve dois momentos particularmente marcantes que me estruturaram nesse sentido e aconteceram em duas idades que são, supostamente, idades difíceis. Aos 13 e depois aos 15.
Nesses dois momentos aprendi a tomar conta de mim e a respeitar-me enquanto ser humano. Desde então tornei-me na minha melhor amiga, confiando em mim, mesmo que tenha momentos de insegurança, dúvidas, me sinta perdida ou me esqueça do que é mesmo importante para mim. Há períodos assim para a maior parte de nós. Mas sou melhor comigo e com os outros quando respeito as minhas necessidades. A gentileza começa em casa e com cada um de nós, num exercício de equilíbrio que por vezes é difícil de conseguir.


Hoje é o dia Mundial da Bondade e, como disse, estou cada vez mais convencida que a bondade começa connosco e nesta definição daquilo que é mesmo importante para cada um. Voltei a ler alguns blogues pelos quais me apaixonei há uns anos atrás e, curiosamente, reencontrei algumas pessoas. Coincidência ou não, temos conversado sobre melhoria contínua e sobre tanta coisa onde se encaixa esta bondade por si. Sabes, não se trata de um ato de egoísmo. Pelo contrário, na dose certa, torna-nos melhores. Se puderes, explora no blogue uma entrevista que fiz à Sara, num dos muitos Random Acts of Kindness que andam no mumstheboss.com



A ideia deste dia surgiu numa conferência, em Tóquio, em 1998. Penso que apenas a França deixou de celebrar este dia a 13 tendo passado o dia para 3 de Novembro por causa dos atentados de Novembro, em 2015.

Ontem postei uma imagem que falava sobre o que é realmente importante para nós e que deveríamos fazer uma lista. Eu estou a fazer a minha. E tu?

AUTO-ESTIMA #1tema=5posts

12.11.17




Quando comecei a trabalhar o tema da parentalidade em workshops e conferências, em 2010, reparei que a principal preocupação dos pais tinha a ver com a questão da autoridade e da obediência. Alguns anos passados e fica claro que houve uma mudança. Estamos mais focados nos aspectos da auto-estima da mesma e no seu crescimento emocionalmente seguro.


Modelo da Escola da Parentalidade. Foto retirada do livro Crianças Felizes


Por isso, esta semana, no nosso tema especial, dedicamos especial atenção a este aspecto. De que forma podemos ajudar os nossos filhos a serem mais seguros, a sentirem-se mais capazes e a criarem uma auto-estima mais segura.

Espreita e partilha!

1. Como é constituída a auto-estima da criança
2. Os 7 pontos estratégicos para trabalhares a auto-estima do teu filho
3. A auto-estima da criança e os amigos e a importância de os sabermos escolher
4. Potência a auto-estima do teu filho
5. Sabes se a auto-estima do teu filho é equilibrada?



Auto-estima pode ser definida pela estima que tenho por mim (citação de uma formanda). E é mesmo. É a forma como me respeito, como me trato e o cuidado que tenho comigo. A nossa atitude (enquanto pais) é a melhor forma de os inspirarmos, nunca te esqueças disso. Estima-te, e isso mostrará aos teus filhos como se faz e falará mais do que muitas palavras!


Nesta formação mais completa ficas a saber mais sobre auto-estima, sobre a resiliência da criança e também sobre como lidar com a tua própria auto-estima. Pede-nos mais informações!

Sabes se a auto-estima dos teus filhos é equilibrada?

11.11.17


Com frequência os pais de crianças de 5 anos consideram que os seus filhos têm uma auto-estima baixa. É comum, nestas idades, parecerem menos seguras, nomeadamente devido à complexidade que as relações sociais, que começam agora a estabelecer, começarem a ganhar mais espaço nas suas vidas.

Esta semana estivemos a falar por aqui sobre a auto-estima.

E será que podemos medir ou avaliar a auto-estima numa criança pequena, com 5 anos? A complexidade nesta medição surge do facto de a maior parte delas não ter um léxico variado e alargado e estar a aprender a lidar com as suas emoções - e só depois ser capaz de falar acerca delas. Contudo, isto não impossibilitou um grupo de investigadores de descobrirem de que forma é que se poderia avaliar a auto-estima de uma criança.
As crianças desta idade conseguem dizer se são boas a correr, a desenhar ou a dançar, por exemplo mas têm mais dificuldade em falar sobre outras formas complexas de ser, como se são boas ou más.

Usando botões de um computador, as crianças respondiam a uma série de questões que tinham uma bandeira associado com 'eu' e 'não sou eu' e a uma série de palavras boas (divertido, feliz, bom, querido) e más (mau, blagh, chato). Depois, e para medirem a auto-estima de cada uma delas, esta tinha de combinar as palavras e pressionar os botões indicando se as palavras 'boas' estavam associadas às bandeiras do 'eu' ou do 'não sou eu'. A maior parte das crianças identifica-se mais com o 'bom' do que com o 'mau'.
Este estudo pode ser lido com maior detalhe neste link.

Não temos como provar se uma criança tem uma auto-estima equilibrada ou não mas podemos olhar e deduzir. Este é um exercício interessante que te pode apoiar.

Para mais sobre auto-estima só tens de clicar no link acima ou aqui.

Novo estudo sobre a Consciência da Felicidade na Criança

9.11.17

Todos sabemos o quanto brincar é importante para uma criança mas não raras vezes levamos isto pouco a sério. É durante o processo da brincadeira que a criança se esquece de si e experimenta ser várias personagens de cada vez, testando papeis e colocando-se à prova. Dizem que a vida só tem um 'take' mas pode ter vários, para quem brinca. E para se brincar a sério, importa reunir uma série de fatores: o espaço adequado, em ordem e arrumado, brinquedos apropriados, em bom estado. E ter com quem brincar também é importante. Em relação aos brinquedos, o mais importante é usá-los! E se nos pudermos juntar à brincadeira, tanto melhor!

A Imaginarium realizou um estudo acerca da Consciência da Felicidade na Criança e as conclusões são muito interessantes (este estudo foi feito a pais de crianças até aos 8 anos)

80,4% pais interessa-se pela felicidade dos filhos e sente-se responsável por ela e 99,8% dos inquiridos sabe que passar tempo com os filhos é o mais importante. Contudo, nem sempre é fácil conciliar os tempos profissionais com os familiares e por isso o momento privilegiado e preferido é aquele que antecede a hora do dormir e em que se lê uma história.

82% destes pais admite uma relação direta entre felicidade e responsabilidade e, de facto, é fundamental que possamos ensinar as nossas crianças a olharem para a vida que vivem enquanto atores principais. Esse é um caminho que se percorre, sabendo que a criança pequena é, naturalmente, mais egocêntrica e que essas competências devem ser ensinadas sempre que possível.

76% dos portugueses sublinha a importância das relações familiares e 26% realça a aprendizagem de competências como a superação e o esforço.
No entanto 60,4% admite que os filhos são felizes mas não sabem exprimi-lo. Este é um facto natural porque crianças tão pequenas não têm léxico emocional para afirmarem o que sentem e, como vimos acima, são tendencialmente mais individualistas. Não é por mal, é mesmo assim.

Finalmente, todos os pais desejam que os filhos se sintam queridos e valorizados e lembram-se de o fazerem com regularidade.

Este estudo, sobre o qual podes ler mais aqui, reforça a importância do brincar e da relação. Um dado curioso é que os nossos filhos preferem atividades outdoors que envolvam rodas e também todas as que promovam o 'fazer de conta'. Em contrapartida, as atividades outdoors são largamente preferidas pelas crianças espanholas, num estudo semelhante, realizado pela mesma marca.



O que se diz - Pós-Graduação

8.11.17



Uma formação que devia fazer parte do plano de formação de todas escolas. Apesar de ser sobre parentalidade é essencialmente sobre educação e viver com base no respeito e por isso transversal a todas as pessoas. É por isso uma excelente formação de desenvolvimentos pessoal.
Rita Marques, 36 anos, Professora de Educação

A Pós graduação em parentalide e educação positiva é uma filosofia que certamente irá contribuir para a criação de melhores seres humanos! Estou feliz e empenhado, pessoal, social, profissionalmente.
Gervásio Araújo, 73 anos Médico Psiquiatra Brasileiro

A Pós-graduação trouxe-me uma filosofia de vida para o resto da minha vida, como pessoa, profissional e mãe. Quando aprendemos a olhar para nós tudo pode mudar.
Isabel Almeida, 36 anos, Cardiopneumologista, filha única a aprender ser mãe de dois!

A pós-graduação fez-me crescer enquanto profissional, enquanto mãe, mas acima de tudo enquanto ser humano.
São aprendizagens e partilhas que levarei para o resto da minha vida.
Estou muito grata!
Joana Marques, 29 anos, mãe

Muito mais aqui!!

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